quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Do que eu gosto







Gosto de homem gentil,

belo, culto, varonil.

Mas naquilo que se espera,

vou dizer, vou ser sincera.

Não gosto de garotões,

também não gostos de anões.

Homem tem que ser maduro,

não andar com o pau duro.

Só levantar quando interessa,

prá foder nunca ter pressa.



Não gosto de homem sarado,

mesmo se for educado.

Gosto de homem normal,

Da altura ao tamanho do pau.

E tem que ser carinhoso.

Não gosto de homem tinhoso,

pois aquele é teimoso,

deixa logo de ser gostoso,

pois só vale o que ele gosta,

nosso gosto vale bosta.



Tem que saber se vestir.

E também como despir,

o meu corpo escultural.

E achar sensacional

a chance de botar o pau

nesse corpo de mulher...

No buraco que quiser!

Saber valorizar

O que eu estou a dar...

Não trepar e se mandar!



Na hora do vamos ver,

nada de transar, trepar ou comer,

pois eu gosto é de FODER.

Tem uma grande diferença,

ao contrário de toda crença...

Na foda se presta atenção,

nas outras não se presta não.

A transa é na moleza.

A trepada é safadeza.

Comer, então, é brincadeira!

Mas a foda... A foda é verdadeira!



A foda começa com a mão.

Com a mais diligente atenção!

na mulher, onde era cabaço,

no homem com um punhetaço.

Mas não vale gozar...

A mão é só prá assanhar,

melar o que é preciso,

prá depois no improviso,

antes da dor no saco,

escolher da foda o buraco.



Se for grande e muito duro,

é muito mais seguro,

de primeira dar a boceta.

É que o homem que é porreta,

faz a coisa ficar preta,

se se der a tarraqueta

já na primeira mão.

Ele te mata de tesão,

fica com o pau sujo então,

tem que parar prá lavação!



Tomar no cu é tão gostoso

e pro homem tão delicioso,

que de início isso faz mal...

Pois de cara brocha o pau!

Na foda é bom variar,

mas na hora de gozar,

tem que ser posição

que jorre porra de montão.

Não vale gozo apertado,

que depois deixa arretado,

com tudo no pau entalado.



Tem que sentir a boceta,

da boa e dura caceta,

pelo menos duas gozadas...

Daquelas bem encharcadas,

Pra depois o pau menos duro

abrir caminho seguro,

no cuzinho apertadinho...

Se sabe de cor o caminho,

enfia primeiro um dedinho,

depois o seu vizinho...



Finalmente então,

o cu recebe a lança

e de piscar não se cansa...

É armadilha severa,

prende pra sempre a fera...

Não refiro ao cacete,

mas ao dono do porrete...

Quando o cu é bem dado,

o homem fica tarado.



E você que está a aprender,

eu sei que quer louco saber,

onde entra na moral,

o bom e gostoso sexo oral.

Ora, ele é grato acepipe,

quando falta apetite,

entre uma e outra foda.

E se isso não incomoda,

guarda-se a chupada então,

para a grande decisão.



Se o homem é bem forte,

com um tesão de morte,

faz-se um boquete de jeito,

prá acabar com o sujeito.

Antes porém de esporrar,

tem que a boceta chupar...

Fazer a mulher gozar,

se souber, fazer esguichar

toda porra da mulher,

que dá mais de uma colher.





Cumprida sua missão,

o homem merece então,

gozar onde bem quiser,

na boca ou cara da mulher.

Se o lugar for o primeiro,

tem que engolir por inteiro,

todo o suco do esporro

sem sequer pedir socorro.

Punhetar na boca vale,

faz parte do ‘gran finale’






















Findada a fudelança,

se foi boa a gente trança,

a próxima meteção...

Mas tem que prestar a atenção,

não vale prá na crescer na massa

sair a dizer de graça

que fudeu com fulano

ou então com o cicrano.

Foda boa é em segredo,

pois senão estraga o enredo!

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